Em comunicado divulgado na quarta-feira, o governo congolês atribuiu esse número à sociedade civil, informação confirmada por fontes humanitárias e serviços estatais.
As autoridades congolesas descreveram a nova onda de ataques como “um claro ato de agressão contra a soberania nacional” e uma “violação grave e reiterada do direito internacional”.
No início do mês passado, os rebeldes do M23 tomaram a importante cidade de Uvira, no leste do país, em Kivu do Sul, forçando dezenas de milhares de pessoas a fugirem para o Burundi, atravessando a fronteira.
O M23 lançou esta nova ofensiva poucos dias depois de os governos congolês e ruandês terem assinado um acordo de paz mediado pelos EUA, em 4 de dezembro.
O governo congolês também acusou Kigali de enviar “três novos batalhões ruandeses” para Kivu do Sul, com o objetivo de avançar em direção à província mineira de Tanganica.
De acordo com as Nações Unidas, cerca de 500 mil pessoas foram deslocadas pelo recente aumento dos combates em Kivu do Sul.